segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Um Olhar...


Um Olhar...

Um olhar.
A perder-se na linha do horizonte...
Um olhar à perder-se no mar.
Um olhar sobre a vida que escorre, nas ondas.
Da imensidão do mar.

Um qualquer olhar.
Um qualquer olhar.
Mesmo na imensidão do mar, 
mesmo ao horizonte,
mesmo ao por do sol...
um qualquer olhar.

Infeliz do olhar que não sabe amar.
Infeliz...
Ao bater das ondas do mar.
Um olhar.


Rio de Janeiro; 17 de fevereiro de 2014.
Paz e Pão, Alex Prado.

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